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Homenagem do ARL-Cursos ao dia Internacional das Mulheres.

08/03/2012 14:32

Atenção

06/03/2012 20:38

Atenção

 

 

Veja como ajudar as vítimas das enchentes do Acre em SP

Cruz Vermelha e Defesa Civil estão recebendo donativos.
Roupas, água e alimentos não estão sendo arrecadados.

A Cruz Vermelha e a Defesa Civil de São Paulo estão recebendo donativos de material de higiene e limpeza para as vítimas das enchentes do Acre. Mais de 130 mil pessoas foram atingidas  em todo o estado.

Podem ser doados sabonete, absorvente, creme dental, desodorante, fralda descartável e escova de dente. Também são aceitos sabão em pó, sabão em barra e outros produtos de limpeza que não sejam líquidos.

Roupas, água e alimentos não estão sendo arrecadados em São Paulo porque o custo de transporte até o Acre é alto.

As doações podem ser entregues de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, na sede da Cruz Vermelha (Av.Moreira Guimarães, 699, Indianópolis - SP) ou na Cruz Vermelha de sua Cidade ou Estado.

Quem preferir pode fazer o depósito na conta da Defesa Civil no Acre.

Coordenação Estadual Defesa Civil
Caixa Econômica Federal
Agência: 3320 - Estação Experimental
Operação: 006
Conta: 71-7
CNPJ: 63.608.947/0002-80

Giro de Acontecimentos do Mundo Gospel !!!

01/03/2012 16:20

Rio de Janeiro

Polícia investiga ligação de pastor com ataques do tráfico

Líder do grupo AfroReggae, José Jr. afirma que religioso ordenou ataques em 2006 e em 2010. Os dois eram parceiros na recuperação de criminosos

Cecília Ritto

A Polícia Civil do Rio informou, nesta quarta-feira, que vai investigar acusações feitas pelo líder do grupo AfroReggae, José Jr., contra o pastor evangélico Marcos Pereira da Silva, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias. Parceiros no intuito de ‘salvar’ traficantes, com suas instituições, os dois estão em guerra. Jr. acusou o pastor, em uma entrevista publicada pelo jornal carioca Extra, nesta quarta-feira, de ordenar ataques do tráfico em 2006 e às vésperas da tomada do Complexo do Alemão, em 2010. O pastor nega as acusações.

Segundo o líder do AfroReggae, o pastor Marcos Pereira é “um psicopata” que, agora, põe sua vida em perigo. José Jr. afirmou ao Extra que Marcos foi a várias favelas afirmar que traficantes foram transferidos para presídios fora do Rio por causa do programa de TV do AfroReggae – Conexões Urbanas. As afirmações do pastor são, segundo Jr. um risco de vida para ele e para os profissionais que trabalham com a ressocialização de criminosos no grupo.

A investigação terá, obrigatoriamente, que checar as denúncias de José Jr. Mas será preciso entender, também, o que leva dois autoproclamados ‘recuperadores’ de criminosos a romper relações e trocar acusações. Ao Extra, Jr. fez um alerta: “Se aparecer, algum dia, arma dentro do AfroReggae, foi ordem dele. Se aparecer cocaína, foi ele quem mandou colocar lá, para desmoralizar. Se me acontecer qualquer coisa, Marcos Pereira da Silva é o responsável. Ele é o mandante. Ele só não apertou o gatilho. Mas ‘botou pilha’ para o cara apertar o gatilho”, disse, em referência à intenção do pastor de matá-lo.

José Jr. afirmou, na tarde desta quarta-feira, após reunião com o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio, deputado Marcelo Freixo (PSOL), que tomou conhecimento do envolvimento do pastor Marcos com os ataques no Rio na virada do ano. Segundo Jr., já havia essa suspeita, mas uma “pessoa mais próxima”, cujo nome ele não revela, teria presenciado o momento em que o pastor evangélico dá ordens aos criminosos.

Para trazer as acusações à tona, José Jr. disse que levou em conta ameaças atribuídas a Marcos Pereira da Silva. Segundo Jr., um pastor, que trabalhava para a Assembleia de Deus dos Últimos Dias e que passou a trabalhar com o AfroReggae, Rogério Menezes, sofreu retaliações. Menezes atualmente é o coordenador do AfroReggae dentro do presídio de Bangu. O motivo seria a rivalidade da instituição religiosa com o grupo cultural. Jr. afirma que há de oito a dez pessoas que podem ser ouvidas e depor contra o pastor Marcos.

O líder do AfroReggae também dá declarações que levam a crer que esteja em curso uma disputa pelo controle da mediação com criminosos que podem se entregar. Ele afirma que cinco detentos que se entregaram à Justiça através do AfroReggae foram ameaçados por pessoas supostamente ligadas ao pastor.

O pastor Marcos ficou famoso por sua influência em rebeliões e na mediação para a rendição de criminosos. A fama que adquiriu atrai também políticos e gente que, através dos cultos religiosos, garantem algum tipo de promoção e visibilidade. Em um vídeo publicado no Youtube, o ex-chefe de Polícia Civil do Rio e ex-deputado Álvaro Lins aparece como um dos seguidores do pastor.

 

2012-03-01 15:39

Pais da menina que morreu em parque após cair de brinquedo pedem oração para ajudar a passar por este cálice tão difícil

Os servos de Deus Silmara Aparecida Nichimura e seu Esposo pedem  orações para ajudar neste momento tão difícil e doloroso   de suas vidas. Pois agora precisam de muita força para continuar suas jornadas e cuidar de sua filha mais nova, que eles estão tentando preservar das repercussões do caso,  sobre as investigações da morte da filha maisvelha do casal, ( Gabriella Yukari Nichimura, 14 anos, que faleceu na última Sexta-Feira, 24/02, ao cair de um brinquedo em um parque de diversões, Hopi Hari, em Vinhedo, interior de São Paulo). O Casal mora há 19 anos no Japão onde entregaram suas vidas a Jesus Cristo e criava suas filhas à luz da Bíblia Sagrada e dentro da casa do Senhor.


Leia mais: https://obrasdedeusonline.webnode.com.br/blog/
 

3 Junho 2012 é o Dia !!!

01/03/2012 10:54

Promoção Relâmpago do Obra de Deus Online e do ARL- CURSOS TEÓLOGICOS!!!

01/03/2012 10:34

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Pastor Ricardo Gondim anuncia que não faz mais parte do “Movimento Evangélico”

01/03/2012 10:30

 Pastor Ricardo Gondim anuncia que não faz mais parte do “Movimento Evangélico”: “Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade”

Tempo de partir
Ricardo Gondim

Não perdi o juízo. Minha espiritualidade não foi a pique. Minhas muitas tarefas não me esgotaram. Entretanto, não cessam os rótulos e os diagnósticos sobre minha saúde espiritual. Escrevo, mas parece que as minhas palavras chegam a ouvidos displicentes. Para alguns pareço vago, para outros, fragmentado e inconsistente nas colocações (talvez seja mesmo). Várias pessoas avisam que intercedem a Deus para que Ele me acuda.

Minha peregrinação cristã está, há muito,  marcada por rompimentos. O primeiro, rachei com a Igreja Católica, onde nasci, fui batizado e fiz a Primeira Comunhão. Em premonitórias inquietações não aceitava dogmas. Pedi explicações a um padre sobre certas práticas que não faziam muito sentido para mim. O sacerdote simplesmente deu as costas, mas antes advertiu: “Meu filho, afaste-se dos protestantes, eles são um problema!”.

Depois de ler a Bíblia, decidi sair do catolicismo; um escândalo para uma família que se orgulhava de ter padres e freiras na árvore genealógica –  e nenhum “crente”. Aportei na Igreja Presbiteriana Central de Fortaleza.  Meus únicos amigos crentes vinham dessa denominação. Enfronhei em muitas atividades. Membro ativo, freqüentei a escola dominical, trabalhei com outros jovens na impressão de boletins, organizei retiros e acampamentos. No cúmulo da vontade de servir, tentei até cantar no coral – um desastre. Liderei a União de Mocidade. Enfim, fiz tudo o que pude dentro daquela estrutura. Fui calvinista.  Acreditei por muito tempo que Deus, ao criar todas as coisas, ordenou que o universo inteiro se movesse de acordo com sua presciência e soberania. Aceitei tacitamente que certas pessoas vão para o céu e para o inferno devido a uma eleição. Essa doutrina fazia sentido para mim até porque eu me via um dos eleitos. Eu estava numa situação bem confortável. E podia descansar: a salvação da minha alma estava desde sempre garantida. Mesmo que caísse na gandaia, no último dia, de um jeito ou de outro, a graça me resgataria. O propósito de Deus para minha vida nunca seria frustrado, me garantiram.

Em determinada noite, fui a um culto pentecostal. O Espírito Santo me visitou com ternura. Em êxtase, imerso no amor de Deus, falei em línguas estranhas – um escândalo na comunidade reverente e bem comportada. Sob o impacto daquele batismo, fui intimado a comparecer à versão moderna da Inquisição. Numa minúscula sala, pastores e presbíteros exigiram que eu negasse a experiência sob pena de ser estigmatizado como reles pentecostal. Ameaçaram. Eu sofreria o primeiro processo de expulsão, excomunhão, daquela igreja desde que se estabelecera no século XIX. Ainda adolescente e debaixo do escrutínio opressivo de uma gerontocracia inclemente, ouvi o xeque mate: “Peça para sair, evite o trauma de um julgamento sumário. Poupe-nos de sermos transformados em carrascos”. Às duas da madrugada, capitulei. Solicitei, por carta, a saída. A partir daquele momento, deixei de ser presbiteriano.

De novo estava no exílio. Meu melhor amigo, presidente da Aliança Bíblica Universitária, pertencia a Assembleia de Deus e para lá fui. Era mais um êxodo em busca de abrigo. Eu só queria uma comunidade onde pudesse viver a fé. Cedo vi que a Assembleia de Deus estava engessada. Sobravam legalismo, politicagem interna e ânsia de poder temporal. Não custou e notei a instituição acorrentada por uma tradição farisaica. Pior, iludia-se com sua grandeza numérica. Já pastor da Betesda eu me tornava, de novo, um estorvo. Os processos que mantinham o povo preso ao espírito de boiada me agrediam. Enquanto denunciava o anacronismo assembleiano eu me indispunha. A estrutura amordaçava e eu me via inibido em meu senso crítico. A geração de pastores que ascendia se contentava em ficar quieta. Balançava a cabeça em aprovação aos desmandos dos encastelados no poder. Mais uma vez, eu me encontrava numa sinuca. De novo,  precisei romper. Eu estava de saída da maior denominação pentecostal do Brasil. Mas, pela primeira vez, eu me sentia protegido. A querida Betesda me acompanhou.

Agora sinto necessidade de distanciar-me do Movimento Evangélico. Não tenho medo. Depois de tantas rupturas mantenho o coração sóbrio. As decepções não foram suficientes para azedar a minha alma, sequer fortes para roubar a minha fé. “Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso”.

Estou crescentemente empolgado com as verdades bíblicas que revelam Jesus de Nazaré. Aumenta a minha vontade de caminhar ao lado de gente humana que ama o próximo. Sinto-me estranhamente atraído à beleza da vida. Não cesso de procurar mentores. Estou aberto a amigos que me inspirem a alma.

Então por que uma ruptura radical? Meus movimentos visam preservar a minha alma da intolerância.  Saio para não tornar-me um casmurro rabugento. Não desejo acabar um crítico que nunca celebra e jamais se encaixa onde a vida pulsa. Não me considero dono da verdade. Não carrego a palmatória do mundo. Cresce em mim a consciência de que sou imperfeito. Luto para não permitir que covardia me afaste do confronto de meus  paradoxos. Não nego: sou incapaz de viver tudo o que prego – a  mensagem que anuncio é muito mais excelente do que eu. A igreja que pastoreio tem enormes dificuldades. Contudo, insisto com a necessidade de rescindir com o que comumente se conhece como Movimento Evangélico.

1.     Vejo-me incapaz de tolerar que o Evangelho se transforme em negócio e o nome de Deus vire marca que vende bem. Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia.

2.       Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis. Sei que muitas eleições nas altas cupulas denominacionais acontecem com casuísmos eleitoreiros imorais. Estive na eleição para presidente de uma enorme denominação. Vi dois zeladores do Centro de Convenções aliciados com dinheiro. Os dois receberam crachá e votaram como pastores. Já ajudei em “cruzadas” evangelísticas cujo objetivo se restringiu filmar a multidão, exibir nos Estados Unidos e levantar dinheiro. O fim último era sustentar o evangelista no luxo nababesco. Sou testemunha ocular de pastores que depois de orar por gente sofrida e miserável debocharam delas, às gargalhadas. Horrorizei-me com o programa da CNN em que algumas das maiores lideranças do mundo evangélico americano apoiaram a guerra do Iraque. Naquela noite revirei na cama sem dormir. Parecia impossível acreditar que homens de Deus colocam a mão no fogo por uma política beligerante e mentirosa de bombardear outro país. Como um movimento, que se pretende portador das Boas Novas, sustenta uma guerra satânica, apoiada pela indústria do petróleo.

3.       No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranoia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus.

4.       Não consigo identificar-me com o determinismo teológico que impera na maioria das igrejas evangélicas. Há um fatalismo disfarçado que enxerga cada mínimo detalhe da existência como parte da providência. Repenso as categorias teológicas que me serviam de óculos para a leitura da Bíblia. Entendo que essa mudança de lente se tornou ameaçadora. Eu, porém, preciso de lateralidade. Quero dialogar  com as ciências sociais. Preciso variar meus ângulos de percepção. Não gosto de cabrestos. Patrulhamento e cenho franzido me irritam . Senti na carne a intolerância e como o ódio está atrelado ao conformismo teológico. Preciso me manter aberto à companhia de gente que molda a vida, consciente ou inconsciente, pelos valores do Reino de Deus sem medo de pensar, sonhar, sentir, rir e chorar. Desejo desfrutar (curtir)  uma espiritualidade sem a canga pesada do legalismo, sem o hermético fundamentalismo, sem os dogmas estreitos dos saudosistas e sem a estupidez dos que não dialogam sem rotular.

Não, não abandonarei a vocação de pastor. Não negligenciarei a comunidade onde sirvo. Quero apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos. Posso ainda não saber para onde vou, mas estou certo dos caminhos por onde não devo seguir.

 Soli Deo Gloria

 

 

Giro de Acontecimentos do Mundo Gospel

25/01/2012 20:15

Convido a todos a estarem conosco domingo dia 29 de Janeiro no culto do amigo vai ser uma benção.  Local: Assembléia de Deus Ministério do Belém, Rua Dom Frederico costa nº 6 - Vila Missionária 1 – SP  as 18:00 Horas .

 

 

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